Foi logo quando eu comecei a passar as madrugadas fora de casa. Eu tinha catorze anos - ele vinte e um - e definitivamente não fazia idéia do tipo de gente que iria conhecer. Como de costume, eu esperei meus pais dormirem, peguei a chave de casa e saí. Eu não sabia direito aonde estava indo, sabia que tinha que encontrar aquele que foi meu primeiro beijo - não minha primeira transa.
Eram umas onze horas quando o encontrei na esquina de uma padaria no centro, me esperando com cerveja e maconha. Enquanto ele bolava o mais lindo baseado que eu já vi na vida - fininho e perfeito - ele me falava que iríamos pra casa de um amigo, e que eu iria adorar. Chegando no apartamento, de certa forma elegante, tinha uma bicha gorda sentada na chão, se entupindo de whiskey em frente a uma mesa de centro. Ao lado um outro viado metido. Mesmo tendo somente catorze anos naquela época, sempre tive uma ótima cabeça para a minha idade, nunca t
ive postura de moleque, o que facilitou com que eles me aceitassem sem nenhum problema.
A madrugada foi entrando enquanto aquele gordo me falava de dois garotos de programa que haviam - a pouco - deixado a apartamento, mostrando as cuecas deixadas pra trás. Me falava das posições, das cores e dos tamanhos. Eu ia bebendo cada vez mais whiskey. Num determinado momento da noite, o telefone toca e ele - o dono da casa - fala: 'Não atende, é a polícia'. Aquela frase me deixou de certa forma assustado, mas a excitação era maior. Beijava na cozinha imaginando que talvez, a qualquer momento a polícia poderia entrar. Mais do que beijava, tocava. Ainda lambia, pedia e mordia por entre meus lábios, pelas minhas pernas que tremiam. Catorze e vinte e um.
Eram umas onze horas quando o encontrei na esquina de uma padaria no centro, me esperando com cerveja e maconha. Enquanto ele bolava o mais lindo baseado que eu já vi na vida - fininho e perfeito - ele me falava que iríamos pra casa de um amigo, e que eu iria adorar. Chegando no apartamento, de certa forma elegante, tinha uma bicha gorda sentada na chão, se entupindo de whiskey em frente a uma mesa de centro. Ao lado um outro viado metido. Mesmo tendo somente catorze anos naquela época, sempre tive uma ótima cabeça para a minha idade, nunca t
ive postura de moleque, o que facilitou com que eles me aceitassem sem nenhum problema.A madrugada foi entrando enquanto aquele gordo me falava de dois garotos de programa que haviam - a pouco - deixado a apartamento, mostrando as cuecas deixadas pra trás. Me falava das posições, das cores e dos tamanhos. Eu ia bebendo cada vez mais whiskey. Num determinado momento da noite, o telefone toca e ele - o dono da casa - fala: 'Não atende, é a polícia'. Aquela frase me deixou de certa forma assustado, mas a excitação era maior. Beijava na cozinha imaginando que talvez, a qualquer momento a polícia poderia entrar. Mais do que beijava, tocava. Ainda lambia, pedia e mordia por entre meus lábios, pelas minhas pernas que tremiam. Catorze e vinte e um.
Enquanto o telefone tocava, ele tirou um prato cheio de cocaína de baixo da mesa de centro. Foi uma visão interessante.. ver aquele porco ditador, gay e rosa, cheirando e bebendo sem parar, mostrando repentinas alterações de humor. Dias depois fui descobrir que ele era traficante, e já tinha até aparecido no Fantástico sendo preso. No dia seguinte, fui pra aula cheirando alcóol. Um garoto de catorze anos, estudante do primeiro ano do segundo grau, alguém imagina?









