Existe uma grande necessidade de mudança no mundo, e isso pode ser observado em todos os cantos, em diferentes aspectos.
Desde a evolução do ser humano, das guerras e das revoluções até o simples encaminhar de uma amizade e de uma pessoa.
Por isso eu proclamo; ’Eu sou a metamorfose’. Como disse anteriormente não basta mais ser somente uma pessoa, eu preciso experimentar tudo e todos, ter todas as vontades e satisfazer todos os meus desejos, e satisfazer principalmente os meus não-desejos.
Para aqueles que têm uma ótima relação familiar, que aproveitem, eu vou buscar o meu lar, na verdade estou buscando. Nunca tive uma família feliz para sentar-se à mesa. Aprendi a conviver com isso desde cedo, quando era chamado de prostituto pra baixo. Isso já me machucou muito, e por tudo isso chorei minha ultimas – eternas – lágrimas. A intenção é sair de lá o quanto antes, na verdade, eu estou indo pra bem longe, futuramente falarei mais sobre isso.
De terça pra quarta houve uma festa na casa de um grande amigo meu, e na verdade sempre tem festa lá quando os pais dele viajam. A casa fica cheia de instrumentos musicais e se houve um rock n’ roll, indie, samba por todos os lados. Aquela mesa cheia de bebida – barata e vagabunda – trazida pelos meus amigos pobres. Na casa misturam-se gays, lésbicas, punks, hippies e playboys. Mas uma vez fiquei com alguém que tenho ficado durante certo tempo, tenho que me policiar para não acabar gostando novamente. Meus dedos estão machucados por ter tocado guitarra, agressivamente.
Vale ressaltar a minha performance horrível de David Bowie e Amy Winehouse. Durante a madrugada sexo casual rolava nos quartos, foi bem interessante ver algumas cenas. Primeiro ao chegarmos a casa, meu amigo – heterossexual, estudante de Física na USP – junta uns meninos no quarto e me mostra, fazendo com que eu beijasse todos e exigindo que eu usasse o quarto, deixando-o com cheiro de sexo. Vou abstrair detalhes dessa vez.
Minha parte favorita foi cheirar cocaína na capela da casa – visto que é uma família bastante religiosa. Foi um paradoxo muito grande a me ver ajoelhado em frente à imagem da santa, cheirando cocaína, e com pensamentos totalmente contrários aos católicos. Lembro-me que bebi todo o vinho que tinha na capela.
Enfim, que venha tudo, eu agüento!
Desde a evolução do ser humano, das guerras e das revoluções até o simples encaminhar de uma amizade e de uma pessoa.
Por isso eu proclamo; ’Eu sou a metamorfose’. Como disse anteriormente não basta mais ser somente uma pessoa, eu preciso experimentar tudo e todos, ter todas as vontades e satisfazer todos os meus desejos, e satisfazer principalmente os meus não-desejos.
Para aqueles que têm uma ótima relação familiar, que aproveitem, eu vou buscar o meu lar, na verdade estou buscando. Nunca tive uma família feliz para sentar-se à mesa. Aprendi a conviver com isso desde cedo, quando era chamado de prostituto pra baixo. Isso já me machucou muito, e por tudo isso chorei minha ultimas – eternas – lágrimas. A intenção é sair de lá o quanto antes, na verdade, eu estou indo pra bem longe, futuramente falarei mais sobre isso.
De terça pra quarta houve uma festa na casa de um grande amigo meu, e na verdade sempre tem festa lá quando os pais dele viajam. A casa fica cheia de instrumentos musicais e se houve um rock n’ roll, indie, samba por todos os lados. Aquela mesa cheia de bebida – barata e vagabunda – trazida pelos meus amigos pobres. Na casa misturam-se gays, lésbicas, punks, hippies e playboys. Mas uma vez fiquei com alguém que tenho ficado durante certo tempo, tenho que me policiar para não acabar gostando novamente. Meus dedos estão machucados por ter tocado guitarra, agressivamente.
Vale ressaltar a minha performance horrível de David Bowie e Amy Winehouse. Durante a madrugada sexo casual rolava nos quartos, foi bem interessante ver algumas cenas. Primeiro ao chegarmos a casa, meu amigo – heterossexual, estudante de Física na USP – junta uns meninos no quarto e me mostra, fazendo com que eu beijasse todos e exigindo que eu usasse o quarto, deixando-o com cheiro de sexo. Vou abstrair detalhes dessa vez.Minha parte favorita foi cheirar cocaína na capela da casa – visto que é uma família bastante religiosa. Foi um paradoxo muito grande a me ver ajoelhado em frente à imagem da santa, cheirando cocaína, e com pensamentos totalmente contrários aos católicos. Lembro-me que bebi todo o vinho que tinha na capela.
Enfim, que venha tudo, eu agüento!
